
domingo, 19 de outubro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Borboletas no estômago
Quando criança, vivemos num mundo totalmente "paralelo" ao complexo mundo dos adultos. Tudo se explica de maneira simples, pura, sem análise profunda das coisas ao nosso redor. Algumas destas construções infantis tornam-se inerentes a nós.Outras se perdem no mar da vida adulta, levadas pelas ondas da nossa "maturidade". Comigo sempre ficaram as borboletas. Não! Não se trata de uma coleção de insetos mortos pregados num isopor, mas da sensação de borboletas no estômago, em momentos de extrema alegria. Às vezes causada por um simples presente, uma viagem, a visita de alguém muito querido...
Lembro-me de quando ganhei minha 1ª bicicleta: ao acordar na manhã de natal, lá estava ela! Vermelha, brilhante e tinha rodinhas! Foi a primeira vez que tomei sentido das borboletas. Batendo suas asas, voando de um lado para o outro. Transbordando pelo meu olhar, brilhantes, coloridas...
Era a melhor sensação que se podia ter. Tudo ao meu redor parecia não existir. Era apenas eu, minha bicicleta vermelha e as borboletas! E assim, elas passaram a fazer parte da minha vida. Estavam comigo na formatura do pré-escolar, quando me apresentava nas festas da escola, quando ganhei meus patins, no nascimento dos meus filhos, na formatura da graduação... Nos momentos em que nada se tinha a dizer, porque as palavras tornavam-se desnecessárias: o momento das borboletas! É o nosso espírito, alma ou essência, se entregando a um instante mágico de felicidade plena...
Borboletas no estômago, lembra a criança pura, crente, leve que ainda vive em mim. Viver sem borboletas é entregar-se ao cotidiano apático, impassível e, por vezes, letárgico, que permeia o que chamamos de vida adulta. (Bel)
Borboletas no estômago, lembra a criança pura, crente, leve que ainda vive em mim. Viver sem borboletas é entregar-se ao cotidiano apático, impassível e, por vezes, letárgico, que permeia o que chamamos de vida adulta. (Bel)
terça-feira, 16 de setembro de 2008
sábado, 13 de setembro de 2008
Cálculo do amor
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Escritores da Liberdade
Ganhei esse selo da amiga Andréa, do blog "Leio o mundo assim". Andréa , além de sempre ser explorada por mim (rs), ainda me deu a dica dessa "casa" uma vez que meu antigo blog teve seus posts "subtraídos" . Obrigada Déa, pelo carinho que sempre nos dispensa e também pelo selo, o qual nem me acho merecedora. A idéia é repassar o selo à mais 5 blogs, no entanto, quebro o protocolo (eu adoro fazer isso ) e o ofereço a todos os blogueiros que dedicam tempo para criar e compartilhar mensagens e informações de grande valor. Andréa nos fala em seu blog do preconceito que tinha dos mesmos e, hoje, o "Leio o mundo assim " está cada vez mais interessante. Valeu!!
Clarice Lispector
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Transformei meu amor em um poema
Transformei meu amor em um poema...
Coloquei em versos meu sentimento,
Para que ele ficasse guardado e revivido.
Agora meu amor não dói.
Ali, no verso, ele descansa já tão cansado de esperar.
Vestido de poesia, ele sorri e roda.
Leve... Livre...
Liberto desse coração que se tornou pequeno para ele.
Agora meu amor é arte... Arteiro e imortal.
Ele já não oprime e nem se esconde
Nem é mais condicional.
Agora meu amor é do mundo...
Ele que foi tão teu, agora vive em versos meus...
Transformei meu amor em um poema
Para que ele continuasse vivo... Para sempre!
Coloquei em versos meu sentimento,
Para que ele ficasse guardado e revivido.
Agora meu amor não dói.
Ali, no verso, ele descansa já tão cansado de esperar.
Vestido de poesia, ele sorri e roda.
Leve... Livre...
Liberto desse coração que se tornou pequeno para ele.
Agora meu amor é arte... Arteiro e imortal.
Ele já não oprime e nem se esconde
Nem é mais condicional.
Agora meu amor é do mundo...
Ele que foi tão teu, agora vive em versos meus...
Transformei meu amor em um poema
Para que ele continuasse vivo... Para sempre!
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